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O mercado precisa conhecer as muitas faces do product placement.

Uma mente que se abre para as inúmeras possibilidades do placement, jamais volta a chamar tudo de merchandising.

Há coisas que somente o conteúdo audiovisual pode fazer pela sua marca. A relação da Coca- Cola com o cinema americano, por exemplo, constrói a identidade pop da marca desde os anos 50. A esportiva Wilson conquistou seu lugar no coração do mundo todo ao virar personagem, no inesquecível “Náufrago”. 

Relações bem-sucedidas como esta que eu citei acima, só foram possíveis porque foram construídas sobre dois pilares, confiança no processo e conhecimento das ferramentas disponíveis.

Enquanto observamos americanos, espanhóis e recentemente os sul-coreanos, criando, classificando e precificando novos formatos de relacionamento com o conteúdo, até pouco tempo atrás, o Brasil chamava tudo de merchan. E agora, é tudo Branded Content. 

O fato é que há mais de 35 formatos possíveis e catalogados. Product Placement, Product Integration, Branded Entertainment, Reverse Placement, Music Placement, Guerrilla Placement, Negative Placement e muito mais, para além do Branded Content.

Ter o conhecimento sobre a função de cada um deles, certamente faz com que a aposta da marca seja mais certeira, na hora de criar ou se associar a um filme, uma série, um reality, uma novela, um clipe e tantos outros formatos de conteúdo audiovisual. 

Apesar da pouca bibliografia sobre o assunto aqui no Brasil, a gente recomenda alguns livros bem interessantes sobre o assunto. “Muito Além do Merchan”, escrito por Raul Santa Helena e Antonio Jorge Alaby é um livro bem completo que discorre sobre os diversos formatos existentes e também como enfrentar o desafio de envolver as novas gerações de consumidores. “Conteúdo de Marca” é o primeiro livro do nosso querido parceiro Leonardo Moura, um especialista quando o assunto é Branded Content. Fica a dica!